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Palavra do Reitor

À Comunidade Educativa do Centro Universitário Teresa D’Ávila- UNIFATEA

A Páscoa é tempo de colocar a fraternidade a serviço da vida, tempo de conversão, de ouvir a Palavra da vida, tempo de retomar nossa fé, tempo de celebrar a esperança que existe dentro de nós, tempo de voltar ao primeiro amor.

Esta é a celebração dos que se alimentam da Palavra que produz vida, daqueles que não se perderam, nem acreditaram nos grilhões do deserto, mas se alimentaram do maná porque sabiam que os levaria a Canaã; é a festa dos que partilham a vida na esperança e lutam para vencer toda sorte de sofrimento; é a festa da libertação.

Quando um Deus de amor se esvazia para nos encher de vida, só há uma alternativa, a de morrer para a vida natural e poder ser nova criatura, mas não é simples deixar morrer as vaidades, o orgulho, os desejos, a nossa forma de ser e reagir, as deformações, os nossos planos e tudo aquilo que é raciocínio pessoal.  Deixar morrer a velha criatura é uma bela profissão de fé, de saber propor a aceitação de Deus e crer no amor que provém de um coração renovado pela graça do Cristo Ressuscitado.

Nesta Páscoa posicionemo-nos em nossas vidas para não acreditar que a sexta-feira (da crucificação) venceu para sempre, pois parece muitas vezes que só o mal tem vitória. Lutemos para   conseguir passar pelo sábado, quando parece que Deus não vai falar conosco , porque só  há silêncio e espera.  Repletos da esperança que liberta e faz viver, acreditemos que o domingo virá e não tardará, que Ele sempre esteve no controle e nunca deixou de estar conosco. Lembremos que celebrar a Ressurreição de Jesus é uma ocasião para realizar gestos de esperança e santidade, para escolher palavras construtivas, para manifestar solidariedade, para sentirmo-nos enviados a anunciar a boa notícia: o novo tempo chegou pela fé, pois vencida foi a morte pela vida.  

Que o amor e a esperança deste tempo pascal  alcancem nossos corações e nos tornem capazes de partilharmos a vida na esperança, de lutarmos para vencer toda sorte de sofrimento, de ajudarmos mais gente a ser gente, de vivermos em constante libertação, de sermos merecedores da Vida que venceu toda a morte!

Prof. Dr. Wellington de Oliveira

 

Reitor do UNIFATEA

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