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Psicóloga diz que atividades educativas e brincadeiras são formas de reduzir o impacto do isolamento sobre os idosos

Por: Luis Gustavo dos Santos Marcelino – 4º ano de Jornalismo – UNIFATEA

Supervisão: Daniel Leite Andrade

Desde o início da quarentena, para conter a disseminação do novo coronavírus, os idosos, parte do grupo de risco da doença, têm se mantido em casa, sem o contato social com o qual estavam acostumados. 

Profissionais de saúde dizem que isso gera uma série de problemas, tanto físicos, pelo sedentarismo provocado pela confinamento, quanto psicológicos, pela falta de contato com outras pessoas e constante preocupação sobre seu estado de saúde e a evolução da doença em todo o mundo.

Para diminuir os impactos negativos causados pelo isolamento, a psicóloga e especialista em neuropsicopedagogia Nereida Mendes de Franco propõe o uso de atividades recreativas e de cunho educacional. 

Além disso, ela recomenda pequenas “ações de vizinhos”, como ir ao supermercado fazer compras, por exemplo, para ajudar aqueles os que moram sozinhos.

“Inserí-lo (o idoso) nas atividades diárias da casa é muito importante para que ele se sinta importante e mostre que possui um papel fundamental na sociedade como um todo”. 

De acordo com a especialista, quaisquer meios de tornar a pessoa com 60 anos ou mais parte da rotina, dos afazeres e atividades diárias ajudam a integrá-la ao ambiente social reduzido no qual se encontra.

A neuropsicopedagoga tem diabetes e também está no grupo de risco. Diz estar preocupada com ela e sua mãe, de 93 anos, com quem mora. Para Nereida, esse está sendo “um grande desafio” pessoal  profissional.

Nem por isso, ela deixou de ajudar outras pessoas. Em suas redes sociais, Nereida passou a realiza atendimentos gratuitos.

“Não é uma terapia, mas pode ajudar aqueles que precisam de alguém para conversar sobre o que estão passando nesse momento”. 

As consultas são feitas em sua conta no Facebook facebook.com/nereida.mendesdefranca, às segundas, quartas e sextas-feiras, de 13h às 18h.

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