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Escritor de Guaratinguetá, formado pelo UNIFATEA, concorre ao Prêmio Jabuti 2020, o mais importante do país

O escritor, publicitário e ex-aluno do UNIFATEA, Alê Santos, foi indicado ao prêmio Jabuti pelo livro “Rastros de Resistência”. 

O autor da cidade de Guaratinguetá (SP) concorre na categoria ensaios da 62ª edição do prêmio, que é um dos mais importantes da literatura brasileira. 

Alê também ganhou recentemente o prêmio Sim a Igualdade Racial 2020, do Instituto Identidades do Brasil, exibido pela Multishow, na categoria “Representatividade em novos formatos”.

  

A obra “Rastros de Resistência” resgata o passado de lutas e resistência do povo negro. Reis, rainhas, guerreiros e amazonas são apresentados num enredo que exalta a força desta população ao longo dos anos de colonialismo e pós-colonialismoPara o autor, o objetivo é registrar histórias que foram apagadas ou silenciadas. 

“Fiz uma pesquisa que evidenciou histórias que são bastante desconhecidas ou silenciadas ou passam batido pelo imaginário da maior parte das pessoas, histórias que podem construir o imaginário empoderado, o imaginário de força para as pessoas negras e que infelizmente a historiografia prefere deixar embaixo do tapete”, conta o escritor. 

Negro e da periferia, Alê ganhou reconhecimento por meio da internet. Nos últimos dois anos, o autor passou a publicar nas redes sociais parte das histórias narradas no livro e conquistou mais de 100 mil seguidores. Parte do sucesso, também veio de personalidades famosas, como por exemplo, o rapper Marcelo D2 que citou o livro durante uma entrevista.  

“Significa essa transformação da sociedade, significa que as coisas estão caminhando para o mundo onde as oportunidades possam ser celebradas por esse perfil, que geralmente é marginalizado, esse perfil que fica nas periferias do país inteiro”, diz o escritor ao comentar sobre o reconhecimento da sua obra literária.  

Formado em publicidade desde 2009, pelo UNIFATEAAlê ressalta que a universidade foi essencial para desenvolver o conhecimento científico, que ele utiliza para fazer as pesquisas antes de escrever uma obra literária. 

“O que eu ganhei muito com a universidade foi a metodologia de pesquisa, que eu hoje vejo quando eu vou fazer pesquisa para um livro, uma pesquisa histórica. A ciência ela tem as suas ferramentas parecidas e isso foi muito importante para mim”, diz o publicitário.  

 

Texto escrito por: Fernanda do Prado Cândido – Estudante do 4º período de Jornalismo.

Imagens: Alê Santos

 

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