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“O grande laboratório é o mundo real”, afirma especialista sobre imersão de mestrandos do UNIFATEA na Valecap

Alunos do Mestrado em Design, Tecnologia e Inovação do UNIFATEA reunidos para apresentação após imersão feita na Valecap Pneus./ Foto: André Brazil CECOM UNIFATEA

Alunos do Mestrado em Design, Tecnologia e Inovação do UNIFATEA participaram de segundo dia de imersão pedagógica na empresa Valecap, em Lorena

Por Denise Claro

Alunos do grupo de tecnologia reunidos pela manhã na empresa, com os gestores./ Foto: Denise Claro – CECOM UNIFATEA

No último sábado, 10, o Programa de Mestrado Profissional em Design, Tecnologia e Inovação do UNIFATEA realizou o segundo dia de imersão pedagógica dos alunos do na empresa Valecap Pneus e Truck Center, em Lorena (SP). 

A empresa visitada foi fundada em 1994, emprega cerca de 50 funcionários e oferece serviços de recauchutagem, venda de pneus, reforma, assistência técnica de geometria e freios para caminhões truck, entre outros. 

A atividade de imersão tem o objetivo de oferecer um espaço de discussão efetiva na busca de resolução para problemas, observados pelos alunos do mestrado. 

A partir da visita à empresa, da escuta dos profissionais e do conhecimento das demandas e processos realizados, os mestrandos são divididos em grupos, e podem observar, analisar, discutir e apontar sugestões para a melhoria do trabalho. 

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Primeira visita

Em abril, os alunos já haviam conhecido a empresa e identificaram os problemas a serem melhorados. Ao final do primeiro dia dia, os grupos apresentaram as soluções encontradas para membros do UNIFATEA e da Valecap.

Os alunos abordaram nas sugestões melhorias nos eixos de processos, ergonomia, e tecnologias, como na área da comunicação interna e externa, no atendimento, segurança no trabalho, a utilização de aplicativos e ferramentas tecnológicas que podem auxiliar os processos, além de soluções para o marketing e departamento de RH. 

Retorno

Alunos apresentaram protótipos que podem auxiliar nos postos de trabalho dos colaboradores./ Foto: André Brazil- CECOM UNIFATEA

Neste segundo encontro, cada grupo pôde discutir e apresentar propostas, incluindo protótipos que possam auxiliar a empresa na resolução dos problemas apontados.

Após se reunirem, os grupos apresentaram para uma banca, formada pela Prof. Dra. Maria Gloria Diniz de Almeida, da UERJ; pelo Me. Jorge Luiz Bento, egresso do PPG-DTI UNIFATEA; gestor comercial da Valecap, Edmar Mateus Pinho de Azevedo; e pela vice-reitora do UNIFATEA, Irmã Zenilde Aparecida Fontes. 

O membro da banca Jorge Luiz Bento pôde acompanhar o trabalho na parte da manhã dos alunos do grupo de tecnologia na empresa, e salientou que a visão macro foi muito importante para observar e diminuir as chances de erro, especialmente em relação à comunicação interna e externa, e parabenizou os alunos pelo envolvimento no trabalho. 

Os grupos apresentaram soluções para a segurança, como adaptação dos postos de trabalho, melhorias nos processos essenciais, internos e gerenciais, e estratégias de comunicação interna e externa, com a sugestão de um sistema mais eficaz.

A profissional convidada, Prof. Maria Gloria de Almeida, frisou que a segurança é prioridade quando se fala de ambiente de trabalho, e agradeceu aos alunos pela atenção a este quesito. Outro ponto abordado foi a abertura à escuta dos profissionais: “A escuta dos profissionais, especialmente aqueles do operacional, é fundamental. O ponto de partida para qualquer melhoria é sempre a escuta das pessoas. Quando se escuta as pessoas, os colaboradores, é mais fácil a implantação.”

O Grande Laboratório

Grupo que se dedicou a buscar soluções para Ergonomia./ Foto: André Brazil – CECOM UNIFATEA

A vice-reitora do UNIFATEA, Irmã Zenilde Aparecida Fontes, agradeceu à Valecap Pneus pela abertura em receber os alunos, e aos mestrandos, pela disposição de aprendizagem. A religiosa lembrou a importância da educação empresarial. 

“É preciso olhar as dores dos gestores, dos empregadores e dos empregados. Esta reflexão precisa ser colocada em prática, e precisa ser algo que possa gerar um valor para a sociedade, para as pessoas e para as organizações.”

A Prof. Dra. Maria Gloria finalizou dizendo que, em um mestrado, e de forma geral na academia, é importante esta vivência na prática.

“O grande laboratório que a gente tem é o mundo real. O livro é uma parte da aprendizagem, mas as dificuldades existem no mundo real. Uma imersão como esta permite que a gente, pela capacidade de observação, consiga “caçar” os problemas e encontrar soluções. É uma amostragem real. Parabéns aos coordenadores do mestrado pela iniciativa.”

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