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Faculdade Aberta da Terceira Idade do UNIFATEA encerra semestre com festa junina para participantes

Evento reuniu alunas da FATI em um momento de confraternização e celebrou as atividades desenvolvidas ao longo do primeiro semestre

A Faculdade Aberta da Terceira Idade (FATI) do UNIFATEA – Centro Universitário Teresa D’Ávila   realizou uma festa junina para marcar o encerramento das atividades do primeiro semestre de 2026. O encontro reuniu as participantes em um momento de confraternização, integração e celebração das experiências vividas ao longo dos últimos meses.

Criada em 2007, a FATI tem como objetivo promover oportunidades de aprendizagem, convivência e desenvolvimento pessoal para pessoas com mais de 50 anos. Segundo a coordenadora do projeto, Sônia Siqueira, a iniciativa representa uma importante ferramenta de valorização da terceira idade.

“A FATI existe desde 2007. Eu a acho importantíssima, porque é uma forma de valorizar, dar oportunidades e incentivar a atividade dos jovens da terceira idade”, destacou.

A coordenadora explicou que os encontros de encerramento já fazem parte da tradição do programa. “Em junho, a gente faz uma festa caipira e, em dezembro, uma festa natalina com amigo oculto. Elas gostam muito e eu fico feliz de vê-las sempre aqui, conservando a juventude e a agilidade”, afirmou.

Durante o primeiro semestre, as participantes tiveram acesso a uma programação diversificada, com atividades voltadas ao conhecimento, à tecnologia, à saúde e ao bem-estar. Entre os temas abordados estiveram inteligência artificial, canto, uso do WhatsApp, segurança digital para evitar golpes na internet e cuidados com estética e beleza.

Para a participante Deise Garcia, nutricionista aposentada que ingressou na FAT neste ano, a experiência tem sido enriquecedora.

“Eu comecei a participar este ano e, para mim, tem sido uma experiência diferenciada. A gente aprende muito e recebe muito incentivo da Soninha e de toda a equipe. Estou muito feliz”, relatou.

Deise também deixou uma mensagem para quem ainda não participa das atividades por receio ou timidez.

“As pessoas precisam participar, porque vale a pena. A gente tem que continuar vivendo, conhecer coisas novas e aproveitar as oportunidades. A vida é maravilhosa”, disse.

Além do aprendizado proporcionado pelas aulas, a FATI se consolida como um espaço de convivência, troca de experiências e fortalecimento dos vínculos sociais, contribuindo para a qualidade de vida e o envelhecimento ativo de seus participantes.

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